
Cabo Verde, o miradouro Atlântico do mundo.
Mais de cinquenta anos depois da independência, o arquipélago aprendeu a olhar o globo a partir de si mesmo, e a impor essa leitura.


Mais de cinquenta anos depois da independência, o arquipélago aprendeu a olhar o globo a partir de si mesmo, e a impor essa leitura.

Natural de Santo Antão, mãe, estratega e fundadora da Human Leaders, Lúcia Brito, CEO da DILUB Corporate Services, lidera o Human Leaders International Congress Cabo Verde 2026, a plataforma que ambiciona reposicionar África no centro das decisões globais, com uma liderança consciente, colaborativa e profundamente humana.
Há mais de duas décadas a cruzar estratégia, marketing, relações internacionais e empreendedorismo sustentável. Fundadora do movimento Mulher Inspira Mulher. Autora de «Entre Mundos», a sair este ano.
Três capítulos, oito cidades, dezoito vozes. Da relva à diplomacia: o que o apuramento dos Tubarões Azuis abre em turismo, marca-país, diáspora e investimento, e o manual para que a janela não se feche depois do apito final.
Abrir dossier →Como o mais pequeno país da história do Mundial reescreveu o que África pode aspirar, e o que isso vale em soft power.
Boston, Roterdão, Lisboa, Paris: a diáspora que jogou a qualificação antes da bola rolar, e que sustenta a economia de casa.
Turismo, marca-país, captação de investimento e capital humano: quem está, na Praia, a desenhar o pós-2026.
Santa Maria e o ritmo do Atlântico. A ilha que recebeu o primeiro aeroporto internacional continua a ser a porta de entrada de Cabo Verde, com infraestruturas, escola hoteleira e uma diáspora que regressa a investir.
Dunas, tartarugas e praias de areia branca. A ilha mais turística do arquipélago equilibra preservação ambiental com desenvolvimento, e sonha em ser o caso de estudo de turismo sustentável da CPLP.
Verde vertical, cafezal, cana-de-açúcar e uma costa esculpida a ribeiras. Santo Antão guarda uma das potencialidades mais valiosas do país: turismo de caminhada, gastronomia local e agricultura de montanha.
Liderar a partir de Cabo Verde é uma vantagem, não uma desvantagem.Ler a coluna →
Onde discordo do consenso lusófono sobre dívida e soberania.Ler a coluna →
A IA vai libertar tempo, e expor as lideranças vazias do Atlântico.Ler a coluna →
«A próxima década pertence a quem souber juntar dados, valores e território.»
«Pretender que a IA é neutra é, hoje, uma forma de cumplicidade.»
Da rua para o estádio, do estádio para o mundo. A festa popular pelos Tubarões Azuis mostrou o que nenhum plano de marketing compra: emoção genuína, bandeira hasteada por miúdos e graúdos, uma nação inteira a reconhecer-se como protagonista global.
A Insight abre um dossier permanente sobre o momento Mundial 2026: diplomacia desportiva, diáspora, turismo, investimento e narrativa. Porque 90 minutos em campo podem, bem geridos, valer duas décadas de marca-país.

Conversas integrais do Human Leaders International Congress. De Cabo Verde para o mundo lusófono e africano.

Cidade da Praia · 24-25 Julho. Três dias para fazer de Cabo Verde a sala onde África, a lusofonia e o mundo definem a agenda da liderança humanizada.
Quatro categorias. Júri internacional com presença crioula, lusófona e diaspórica. Edição especial impressa + gala na Praia.
Recomendação inteligente de pessoas, oportunidades e parcerias entre Cabo Verde, África, a CPLP e os principais hubs internacionais.
Quatro camadas, um propósito: transformar leitura em pertença, e pertença em impacto.